1.3.15

// ARTISTA MÊS MARÇO: CHARLY, DO THERAPA //





Março chegou e com ele trouxe a nossa 2ª artista do mês. 

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É verdade, este mês continuamos no sexo feminino enquanto inspiração, mas partimos para uma área muito específica e cativante: a área da moda. Não, não é uma designer de moda, é sim uma ilustradora e fotógrafa de moda que eu já vos falei aqui no blog, é nada mais nada menos que a inspiradora Charly, do blog Therapa.

Conheci a Charly na altura da faculdade, na Católica, e ela sempre foi uma It girl cheia de garra e determinação, sem nunca perder o estilo e a postura. Convidei a Charly para minha artista do mês porque ela tem um talento que é, na minha opinião, fora do vulgar e tem um projecto completamente diferente de todos os outros que conheço: não é um blog de moda como os que há por aí, não são looks e "roupas do dia", é algo que entra de forma mais profunda e inspiradora em todo este Universo cobiçado. Therapa e Charly para mim é classe, é dar a conhecer um bocadinho mais de cada modelo que desfila, de cada designer que cria, de cada pessoa que trabalha e faz evoluir a moda em Portugal. E a Charly também é, para mim, uma dessas pessoas. Através do blog, das entrevistas, das fotografias e videos que faz chega-nos informação que não encontramos em muitos sítios, informação estruturada e desevolvida, sempre com uma sensibilidade estética muito grande e bonita de se ver!

Pois bem, toda contente apanhei o comboio e fui ter com a Charly a Espinho. Ela foi-me buscar à estação e levou-me para casa, onde passámos uma tarde maravilhosa na conversa, entre ilustrações, chá e bolachinhas. Fiquei a conhecer melhor a Charly, e a minha opinião sobre ela, que já era óptima, ficou ainda melhor. Ela é, sem dúvida, uma força da natureza! E eu espero que vocês tenham tanto prazer a ler a entrevista quanto eu tive a fazê-la!









Conta-nos, quem é a Charly? Assim um pequenino resumo do teu background.


Ora bem, a Charly... eu sempre tive uma veia artística muito forte, desde pequenina, não exactamente virada para a ilustração nem para a fotografia mas mais para o entretenimento. Sempre gostei muito de fazer teatro (fazia teatro amador), de cantar, de fazer vídeos e jornalismo, enfim, de tudo o que conseguisse de alguma forma entreter e comunicar lá estava eu! O que depois acabou por tornar mais fácil para mim saber para que área me deveria inclinar, que era a área das artes porque eu não me via mesmo em mais lado nenhum... ainda andei um ano em humanidades, que gostei muito, mas foi uma perda de dempo porque percebi que não era de todo aquilo que eu queria fazer. Acabou por me ser muito útil para conhecer uma série de autores e para aprender a escrever melhor, mas depois completei isso nas artes (também por "culpa" dos professores que tive, que eram muito exigentes). Andei na escola Maria Lamas e só havia uma turma de artes por ano, por isso eramos pouquinhos, mas os professores... ainda hoje acho que tive os melhores professores do Mundo! Porque são pessoas que percebiam bem o que era ser estudante mas também conheciam muito do mundo das artes em portugal, ou seja, davam-nos a melhor preparação para o meio artístico, com aspiração não só ao mercado português mas ao Mundo. Além disso respeitavam muito a sensibilidade de cada um, nisso eu tive imensa sorte! [por exemplo, nas aulas de desenho todos os dias tinhamos um artista novo não só para conhecer mas também para nos relacionarmos, com a parte plástica com a parte psicológica e isso foi muito importante! A minha professora de desenho, Margarida Coelho, que ainda hoje é muito minha amiga e me apoia a 100% em qualquer área e projecto que eu me meta e está sempre lá, porque ela é uma pessoa fantástica e uma artista ainda melhor, apesar de não ser reconhecida como deveria, é uma inspiração para mim enquando mulher, enquanto criativa... quem me dera um dia chegar aos pés dela, a sério!!].



E o teu gosto pela moda, como surgiu? E como foste parar à católica? Era já com a fotografia de moda em mente?

Eu sempre gostei muito de moda, mas nunca me vi a ir para design, não que não fosse criativa mas pelo emprego em si, e estavamos naquela fase de "ora bem, o que é que eu vou fazer agora da vida?!" e a minha irmã estudava na católica e tinha lá em casa uns papeis dos cursos e eu pus-me a ler as caderias e fez um clique, pensei "oh! É isto!"! Porque eu sabia que se aprendesse a fotografar melhor, porque eu já fotografava com analógica mas era aquela fotografia amadora, por gosto só, tinha a sensibilidade mas não tinha a técnica, e eu percebi que em som e imagem iria conseguir aprender a técnica e aprender muito mais a nível ausiovisual, ou seja, como tornar uma imagem (que era a tal parte da comunicação que me fascinava) mais apelativa, a trabalhar a estética, e isso hoje é muito importante para mim em todos os trabalhos que faço: a estética, o significado, a relação que uma imagem que eu crio tem com as pessoas, como chega ao público, percebes? Isso é muito importante para mim! Então lá fui eu para Som e Imagem, que passou a correr, e acabei a licenciatura a saber que me safava em vídeo mas ainda não me sentia preparada o suficiente na parte da fotografia e foi aí que fiz a pós graduação.

"Claro que tive que trabalhar muito por fora, explorar a parte artística e criativa, porque não sentia que a católica fosse um laboratório de ideias nem que estava a desenvolver criativos, mas eu sabia que me ia dar as bases técnicas que eu precisava e que, apartir dali, ia conseguir fazer tudo o que eu queria fazer."





Como é que começa o teu dia? Tens alguma rotina?



Eu não tenho rotina nenhuma... porque todos os dias são diferentes, não é? Se bem que, se pensar bem, a primeira coisa que faço quando acordo é pôr música. Eu não consigo sequer imaginar como seria viver sem música, não consigo mesmo! Aliás, a música é o que me influencia em tudo, na vida, nos trabalhos: eu quando estou a editar o Portugal Fashion, por exemplo, já conheço o espaço e sei o potêncial que posso tirar de lá, então o desafio está em todos anos fazer algo diferente com o mesmo espaço, e a forma que eu tenho de contornar isso é a música. É o que me vai guiar durante toda a edição, é o que me dá o "mood" do trabalho... mas voltando às rotinas:
 [já estou a divagar, vês! risos]
Tenho que desenhar todos os dias. Já faz parte de mim,  a minha professora de desenho dizia "desenhem todos os dias, façam um diário de bordo", e foi um hábito que eu durante uma altura perdi mas que felizmente recuperei, apesar de não ter tudo no mesmo suporte [o tal diário de bordo] não passo um dia sem desenhar! E claro, ler! Tenho que estar sempre a ler e rodeada de livros e revistas.
Ah, e tenho outra rotina, [tento] ver um filme todos os dias também. Claro que às vezes não é possível, mas faço um esforço para isso acontecer!
- E dizias tu que não tinhas rotinas?
- Pois, afinal realmente tenho várias rotinas, isto está-me a fazer bem Mafada! [risos] Fazeres-me pensar assim no meu dia, estou-me a aperceber de coisas novas!
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Qual é o critério de escolha dos filmes?

O critério é simples: que eu ainda não tenha visto. Não tenho género, nem vou por realizador ou actor [claro que por vezes sai um filme deste ou daquele realizador que que quero ver porque me transmite confiança perante o histórico dele], gosto sempre de ver coisas novas, gosto e quero estar a par de todos os clássicos, de ver filmes diferentes também. Acho que enquanto criativa tenho que ir buscar inspiração ao que está a acontecer à minha volta e ver e conhecer coisas diferentes leva-me a novos horizontes e são estas coisas que recolhemos aqui e ali que eu sinto que nos alimenta, é um exercicio que faço inconscientemente mas que ainda bem que o faço!

 O que não pode faltar no teu espaço de trabalho?

Livros! E mais livros, e revistas, não só com textos que me consigam ampliar as ideias e dar-me mais conhecimento mas também com imagens muito boas. A maior parte das revistas qeu eu compro são estrangeiras, esta aqui por exemplo [pega na Dsection] os editores são portugueses mas já não estão a viver cá, estão em paris, e eles trabalham com os melhores dos melhores mas não conseguiam fazer isso cá, percebes? Esta é só um exemplo, porque eu tenho que estar sempre rodeada de imagens que me cativem e me façam querer ser melhor. Tenho que ter sempre lápis, canetas, algum material de escrita... às vezes estou a desenhar e, enquanto mulher tenho a certeza que sabes disto, estou a pensar noutra coisa qualquer, então tenho uma ideia para um conteúdo que eu queira acrescentar ao blog e aponto ali, ou em vez de escrever faço um rabisco, um apoio do desenho que torne a minha ideia mais clara e palpável [porque eu sou uma pessoa muito visual]... mais? tenho que ter sempre alguma coisa para beber, ou água ou um sumo natural, porque como estou sempre sentada ali à frente do computador tenho que me ir hidratando, acho que é muito importante e muito bom para nós! Basicamente é isso: livros, papel e canetas, algo para beber e o computador, isso é imprescindível! Ah, e música de fundo, sempre!





O que te inspira? De onde vêm as tuas inspirações?

Há uma frase de um documentário que a vogue americana fez [que se chama "The American Issue", sobre a edião de setembro da revista, que é a mais importante de todas] onde a Grace Coddington, que é uma mulher que eu admiro imenso e que me inspira todos os dias, disse: "Nós quando vamos em viagem, seja de carro, avião ou barco - claro que o barco é muito comum nas nossas vidas, risos!! - temos que tirar os olhos do telemóvel e do computador, temos que tirar os olhos disso tudo e olhar para a janela, porque nunca sabemos o que é que nos vai inspirar". E quando eu estava a ver o documentário essa parte fez imenso sentido para mim! Acho que ela é uma pessoa fantástica, é super criativa e tem uma sensibilidade pisctória que transcede tudo e todos, e inspira-me muito o trabalho dela e de outras pessoas, inspira-me a criatividade da malta nova, inspira-m ver o que já foi feito, percebes? Eu viajo muito entre esses dois polos: o que já foi feito e o que ainda vai ser feito! Eu sei, mais ou menos, o que quero para o meu futuro mas olho para ele com inspirações de pessoas, e é quase tudo mulheres! Eu não quero nem tenho qualquer pretenção de desvalorizar os Homens, porque eu sei o valor que eles têm, e tenho dois fantásticos exemplos na minha vida, mas a nível de trabalho eu vou buscar mais inspiração a exemplos femininos, outros exemplo é a Dianne Von Fustenberg. Eu acho-a uma lutadora e isso é, para mim, uma caracteristica muito importante. É a atitude de não desistir!
Outra área onde vou buscar muitas inspirações é à dança. Um bailarino nunca pode parar de dançar e é essencial que o faça todos os dias, assim como é essencial, para mim, desenhar e fotografar todos os dias, e o sucesso das pessoas que me inspiram resigna transpiração. E eu quero muito isso para mim, acredito que quem trabalha mais um bocadinho, e quem fica até mais tarde, e dar mais de si [apesar de abrir mão de muitas coisas, tenho também perfeita noção disso] mais tarde acaba por ser recompensado pelo esforço. Eu acredito verdadeitamente nisso! É o trabalho dos outros que me inspira, são as suas personalidades, é a forma como pensam e trabalham, como lutam de peito aberto sem nunca deixar para trás os valores, porque isso é fundamental, sermos melhores sem nunca deixar para trás os valores. Isso é o que me inspira!



Como surgiu o teu blog, o Therapa? O que é que ele significa para ti?

Eu sabia que queria criar um blog, sabia que queria comunicar, mas estava um bocado reticente em relação à forma como as pessoas o iam encarar porque eu ia estar ali a dar uma opinião, e a saber que muita gente ia ler e poderia concordar ou não... mas isso foi a primeia fase, que depois atirei para trás das costas e pensei "Vamos a isto!", e atirei-me para esta aventura. Eu via muitos blogs, hoje em dia já não vejo tantos, mas sentia que não havia cá em portugal nenhum site ou blog que me entretesse verdadeiramente, então eu, toda modesta [risos], decidi preencher esse nicho e ainda tive um tempinho sem o colocar online, porque quis tratar primeiro da aparência toda, queria que fosse muito clean e que o foco estivesse na informação, tanto dos conteúdos como das imagens. Então comecei a pensar no nome e não me surgia nada, todos os nomes que me vinham à cabeça eram horriveis e foi então que, numa tarde em que já estava completamente frustrada à procura do nome, decidi sair para lanchar fora (que é algo que nunca faço, costumo lanchar em casa) e espairecer a cabeça e comprei uma revista que falava sobre a ilha da Páscoa, que é um sítio que eu sempre gostei apesar de nunca lá ter ido, e o mistério que está à volta daquelas estátuas/esculturas sempre me fascinou, e comecei a folhea-la e li "RAPA" e comecei a remoer naquilo... sabes quando o teu cérebro começa a repetir em loop uma palavra? "rapa rapa rapa", e pensei "vai ficar Rapa. Não: The Rapa.. THERAPA". Queria um nome que me dissesse alguma coisa mas que não fosse comprometedor, gosto de ter liberdade total nas coisas que faço. Depois de ter o nome foi altura de me dedicar ao logotipo e à estética do blog, criar uma identidade e lancei o blog quando fui a primeira vez fotografar ao Portugal Fashion, porque queria lança-lo quando já tivesse algum conteúdo que cativasse e que fosse apelativo ao público.

E nesse Portugal Fashion foi quando tudo começou. Eu na altura não fui convidada, mas arranjei forma de ir [graças a um dos meus melhores amigos, o João Rôla, que estava a apresentar a coleção dele pela ESAD] e tinha um objectivo, que era entrevistar pessoas da área [na altura, há 2 anos atrás, isso não era feito em nenhum site/blog, girava tudo à volta de looks e não de informação sobre o Mundo da moda em Portugal]. Consegui entrevistar o Ruben Rua, porque eu sabia o impacto que ele tem, que foi uma grande surpresa para mim, nunca pensei que ele fosse aceitar! Mandei-lhe mensagem a explicar quem era, o que era o Therapa e ele disse-me logo que sim, foi super simpático e ajudou-me imenso em tudo o que eu precisei ao longo da entrevista, o que fez com que eu ganhasse alguma credibilidade no meio e me permitiu entrevistar outras pessoas, e eu nunca me vou esquecer disso, porque ele foi espectacular comigo, e ainda hoje quando passo por ele ele é uma simpatia em pessoa, é mesmo daquele tipo de pessoas que só não faz o que não pode fazer pelas pessoas, e eu estou-lhe eternamente grata pela ajuda que ele me deu no início, foi fantástico mesmo!

Apartir daí criei o ciclo de entrevistas, num formato muito humilde de 5 perguntas, e agora vou publicar um novo ciclo, com perguntas mais consistentes, que têm outra importância, que fazem com que as pessoas percebam que há mais conteúdo nos modelos, que eles não são apenas cabides humanos .. quero também que as pessoas percebam que o universo da moda não é só glamour [aliás, o glamour está apenas nos minutos de passerelle e nos catálogos]. O blog é super importante para mim, vai fazer este outubro 3 anos e cria-lo foi a melhor decisão da minha vida!






Já trabalhaste e tens vindo a fazer colaborações com várias pessoas de muito renome na área da moda. Quando criaste o blog alguma vez imaginaste que ia ter o impacto e a importância que tem hoje?

Eu não acho que tenha assim tanta importância, pelo menos tendo em conta onde eu ainda quero chegar, mas olhando para o início [que tinha 0 visualizações diárias] e ver como está agora deixa-me muito feliz,  pelas receptividade das pessoas e pelo trabalho que tenho feito, que me vai dando confiança. Eu nunca na vida pensei ter o Luis Buchinho a ser entrevistado por mim, nunca pensei em falar directamente com ele, nunca pensei em ter no blog o Filipe Faísca [que eu acho que a nível criativo, enquanto designer de moda, ele é fantástico, consegue pôr mesmo arte nas roupas], o João Melo Costa, que eu acho-o mesmo especial [tenho uma história muito engraçada com ele nesta última edição do Portugal Fashion, eu anda tipo abutre à volta dele, porque queria mesmo falar com ele mas tinha imensa vergonha, até que lá ganhei coragem e agora brevemente vai sair uma entrevista com ele - quem sabe algo mais, fica o suspanse no ar], enfim... o meio é muito pequenino e as pessoas acabam por se conhecer umas às outras e acabam por se ajudar e querer colaborar. Mas nunca imaginei ter a oportunidade de chegar aqui, mas agora quero mais e melhor, quero ser como todos os exemplos e inspirações que tenho. 

Que projectos te vês a fazer no futuro? Quais as ambições?

Eu tenho um bocado de vergonha de falar das minhas ambições, depois se não as consigo concretizar já toda a gente sabe [risos]. Eu queria muito tornar o meu blog num site, dar-lhe um design mais apelativo, com conteúdo constante, queria ter uma equipa que me ajudasse, porque tenho noção que conseguia fazer um trabalho muito mais interessante se não fosse eu sozinha a fazer tudo, mas infelizmente ainda não tenho possibilidades de pagar esse serviço a ninguém. Tenho uma equipa incrível que me acompanha no Portual Fashion, tudo malta jovem que estudou comigo, que, apesar de eu não lhe conseguir pagar, alinha nisto pelos mesmos motivos que eu: para fazer boas imagens, para conhecer gente e criar contactos. Essa é a nossa recompensa!
Outra ambição grande que tenho para o futuro era passaro Therapa para o papel. Gostava muito de ter uma publicação tipo esta [pega na Dsection], algo que as pessoas peguem e pensem "fogo, até o papel é espectacular!" [risos]. As minhas referências são tão boas que eu não me quero ficar por menos!
Gostava de tanta coisa Mafalda, gostava de colaborar com muita gente que me fizesse crescer, que me abrisse horizontes, gostava de fazer um filme em que fosse eu a escrever o argumento e realiza-lo, é um sonho que tenho desde sempre...
Também estou a escrever um livro [já falei disto no blog], que me está a dar um gozo do caraças! Eu sabia que ia ser dificil, mas está a ser mais difícil do que o que eu imaginei, porque não é escrever para um ecrã de computador, há alguma coisa de diferente e especial nos livros, são palpáveis, têm cheiro... é outra dimensão! Mas agora a curto prazo seria ampliar e fazer do meu blog uma fonte de rendimento, acho que é o sonho de qualquer pessoa: fazer do seu trabalho algo que realmente gosta, e puder fazer editoriais de raiz, colaborar com designers. Eu sei que ainda tenho muito para correr mas tenho a aspiração e tenho as melhores referências e espero um dia, não só como fotografa ou como ilustradora, mas como pessoa que quer comunicar, conseguir ser ainda melhor para dar o melhor de mim aos outros.

- "Se me perguntares, gostavas de ser a melhor a nível nacional? Claro que sim! E a nível internacional? Melhor ainda!! [risos]"







Eu sei que esta entrevista ficou um bocadinho grande mas acreditem que já foi dificil seleccionar o que aqui vos trouxe, no meio de tantas histórias interessantes que a Charly me contou. 

Não se esqueçam, estes mimos são especiais e limitados apenas ao mês de Março, o que significa que têm apenas 30 dias para os encomendar, no próximo mês de abril já teremos outra/o artista do mês com novos designs de mimos. 






 #1 - Clássico, rapariga de eyeliner e casaco preto na frente, colecção chanel no verso
#2 - Irreverente, rapariga olhos coloridos frente, perfume chanel nº5 verso


1 mimo do artista do mês - 6 
Pack artista do mês [conjunto dos 2 cadernos] - 10 
[ valor de portes de envio para Portugal incluído ]

Como sempre e em todos os modelos de mimos, podem personalizar a frase/texto sem qualquer custo adicional!


3, 2, 1:

Já podem começar a encomendar estes mimos tão especiais!
 Já sabem, é só enviar email para blog.thempire@gmail.com, com o mimo que querem e a frase para colocar na caixinha de texto.
 

Um especial obrigada à CHARLY, por teres alinhado nesta ideia! É um enorme prazer tê-la por estas bandas e a foi uma tarde maravilhosa que passamos na conversa.


E então, o que acharam da nova artista?
Gostaram das ilutrações?
Contem-me tudo aqui ou no facebook.
Quero muito receber feedback da vossa parte, e estou certa que a Charly também!

um óptimo início de semana!
lots of love,
The M Pire

2 comentários:

Daniela Rodrigues disse...

Muito obrigada! Adorei conhecer a Charly enquanto artista e perceber o entusiasmo e a paixão que dedica nas palavras e nos trabalhos que faz! Parabéns pela iniciativa.

Berenice Marques disse...

É de louvar iniciativas como esta! À artista Charly dou-lhe os meus parabéns pelo que já conquistou e desejo-lhe as maiores felicidades!